Definição

A Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia (LiNAbiotec) é uma instituição estudantil, sem fins lucrativos, cujos objetivos são integrar os cursos de Biotecnologia do Brasil, debater aspectos relevantes à consolidação e reconhecimento dos profissionais que atuam na área, procurar resolver os anseios dos profissionais formados e em formação, divulgar a Biotecnologia por meio da promoção de eventos, bem como ser uma entidade capaz de representar estudantes e profissionais da área, lutando por uma Biotecnologia UNIDA, FORTE E ATUANTE. A LiNAbiotec atua a nível nacional e se organiza em Colegiado Diretor e Corpo Social, o primeiro é composto por um Núcleo Administrativo, que se situa na Universidade Federal do Ceará, onde o projeto se iniciou, e é responsável por gerir e administrar as atividades da Liga nacionalmente e por vários Polos, que são filiais da LiNAbiotec espalhadas em diversas Universidades do Brasil que, em parceria com o Núcleo Administrativo, trabalham para colocar em prática as ações da LiNAbiotec. Além do Núcleo e Polos, a LiNAbiotec, conta com um Corpo Social, que corresponde a todos os estudantes de biotecnologia do Brasil que são representados pela Liga, de forma que onde há a LiNAbiotec, ali há um Corpo Social que, em maioria, concordou para a abertura do Polo e elegeu os seus Conselheiros, que são os Líderes responsáveis por representar seus alunos diante da LiNAbiotec.

Conquistas como o Dia do Profissional em Biotecnologia (30 de Junho), símbolo oficial da biotecnologia, cor do curso, juramento, tramitação do PL3747/2015 , entre outras, foram obtidas pela LiNAbiotec e são resultados de um trabalho sério e comprometido em prol da classe que representamos. Trabalhamos com projetos de divulgação da biotecnologia, com eventos como o Biotec Show, realizado anualmente na UNESP, Biotech Day, realizado na UFU-Umuarama, e outros. Lutamos pela inserção do biotecnologista no mercado de trabalho, com eventos como I Workshop de Biotecnologia: Tecnologia, Inovação e Mercado de Trabalho, que ocorreu na UFPA e o I Workshop com Empresas que ocorreu na UNESP, além de retificações de Editais de Concursos e Seleções, a fim de incluir o Profissional em Biotecnologia nas áreas habilitadas, dentre outros projetos que ainda estão em desenvolvimento. Trabalhamos também pela união e prezamos pela discussão de assuntos pertinentes à profissão e interação com os cursos de biotecnologia de todo o Brasil, realizamos anualmente o Encontro Nacional de estudantes de Biotecnologia, em que estudantes e egressos de todo País se reúnem para debater assuntos pertinentes à Biotecnologia como ciência e profissão. Atuamos ministrando palestras sobre a Liga, difundindo nossa ideia e sobre diversos temas pertinentes pelo Brasil em eventos como Congressos da Sociedade Brasileira de Biotecnologia, Semanas Acadêmicas, Jornada de Engenharia de Biotecnologia e Bioprocessos e outros. Organizamos movimentos como o #Regulamentabiotec, que objetiva acelerar a aprovação do Projeto de Lei de iniciativa da LiNAbiotec, que regulamenta a profissão biotecnologista e cria os Conselhos de Biotecnologia, por meio de movimentações em redes sociais de políticos responsáveis pelo processo. Além disso, vale ressaltar que já conseguimos um progresso no andamento do Projeto em virtude do nosso movimento com a colaboração de milhares de estudantes ligados ao grupo no Facebook Liga Nacional dos Acadêmicos em biotecnologia, bem como a Fan Page @LiNAbiotec, Instagram e Twitter. Em diversos âmbitos e com diversas ações diferentes desenvolvidas por todo o Brasil, a LiNAbiotec luta pela consolidação e reconhecimento do Profissional em Biotecnologia.

Identidade

Com o objetivo de consolidar a identidade e a importância do profissional biotecnologista na sociedade brasileira e no mercado de pesquisa, desenvolvimento e inovação em nosso país, a Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia (LiNAbiotec) tem realizado várias ações.

Projeto de lei 3747/2015
A LiNAbiotec teve a iniciativa de redigir um Projeto de Lei que garantisse os direitos dos profissionais em biotecnologia, regulamentando a profissão biotecnologia e criando os Conselhos Federal e Regionais de biotecnologia no Brasil (Link para a notícia). Em parceria com o Dep. Federal no Estado do Ceará, o projeto foi apresentado na Câmara dos Deputados em 2015 e tramita atualmente junto à Comissão de Seguridade Social e Família da Casa com o número 3747/2015. Para saber mais sobre a tramitação do projeto. Para acompanhar a proposição e o andamento do projeto de lei, acesse: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2056525
Como ação para acelerar a aprovação do nosso Projeto de Lei, criamos o movimento #Regulamentabiotec (Link para a noitícia) que já nos trouxe benefícios e avanços com respeito à tramitação. A Liga também conta com uma Comissão de Apoio ao PL que trabalha em emendas para facilitar a compreensão e acelerar o desenvolver da tramitação do PL e em outros projetos que se relacionam com o Projeto de Lei. A Comissão conta com uma assessoria jurídica, além de ser composta por membros da LiNAbiotec de todo o Brasil.

Código de Ética do Profissional Biotecnologista
Em vista de definir a identidade do profissional, a Biotecnologia sai na frente mais uma vez. Com a criação da Comissão do Código de Ética do profissional biotecnologista, a Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia mostrou o pioneirismo dos profissionais em biotecnologia. A comissão nasceu em 2016, no Núcleo’16, que aconteceu em Brasília. Os primeiros membros eram de universidades das regiões centro-oeste, nordeste e sul, levando ao debate os assuntos através de variadas visões. Hoje, a comissão conta com membros de todas as regiões do Brasil, entre graduandos e graduados e já tem um documento formado, com os princípios gerais do profissional. Foram meses de discussões e estudo, buscando criar um documento que fosse representativo para todos os profissionais biotecnologistas, com suas variadas particularidades e especialidades, tudo em consonância com a legislação vigente em nosso país. O documento pode ser acessado através desse link: https://drive.google.com/file/d/1tQCen2iENYP0xe-aRPFqqkW7WjanuYqN/view?usp=sharing

Dia do Profissional Biotecnologista
O dia do profissional em biotecnologia é comemorado no dia 30 de junho, abrangendo os biotecnologistas, biotecnólogos e os engenheiros de biotecnologia e bioprocessos, sendo grandes atuantes na pesquisa, desenvolvimento e produção de diversos produtos presentes em nosso dia a dia. O dia 30 de junho foi escolhido como o Dia do Profissional em Biotecnologia pela LiNA, pois é aniversário do cientista Paul Berg, considerado o pai da Biotecnologia Moderna, devido à descoberta da Tecnologia do DNA recombinante. Ele obteve o Nobel de Química por estudos bioquímicos com os ácidos nucleicos do DNA e com o DNA recombinante. Por fim, nós da Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia (LiNAbiotec), criamos essa data com o intuito de divulgar a biotecnologia no Brasil, além de agir em prol do reconhecimento dos profissionais que atuam na área, buscando representar a força e a determinação dos alunos com o projeto de lei da regulamentação do profissional em biotecnologia, que ainda se encontra em votação na Câmara.

Diretrizes curriculares nacionais básicas
Por meio de suas atividades e eventos, a LiNAbiotec também atua contribuindo para a formação das Diretrizes Curriculares Nacionais em Biotecnologia. Durante o evento NÚCLEO’15 ocorreu o I Fórum de Coordenadores, que contou com a participação do então coordenador do curso de biotecnologia da UFC, Hermógenes David de Oliveira, bem como dos coordenadores do curso da UFOPA, Kelly Castro, e da UFGD, Marcelo Uzêda, que iniciaram as discussões sobre a necessidade das diretrizes para o curso de biotecnologia. No início do ano seguinte, o núcleo administrativo da Liga realizou um relatório da comparação das grades curriculares de cursos de biotecnologia de níveis 4 e 5, que teve como objetivo destacar os aspectos comuns a 19 grades diferentes. Sob demanda da coordenação do curso de biotecnologia da UFC, esse relatório pôde fornecer um diagnóstico de disciplinas optativas e sugestões para a atualização da grade curricular, trabalho que foi reconhecido e utilizado para a elaboração de propostas para a grade.No evento NÚCLEO’16 a II edição do Fórum contou com a participação dos coordenadores Andréa Queiroz Maranhão (UnB), Reinaldo Gaspar Bastos (UFSCar Araras), Rafael Travassos (UFPB Campus I), Maria Teresa Marques Novo Mansur (UFSCar São Carlos) Henrique Bunselmeyer Ferreira (UFRGS), Éverton KortKamp Fernandes (UFG), Mara Rúbia Nunes Celes (UFG) e Luciano da Silva Pinto (UFPel). Nessa edição ocorreu a determinação das principais áreas de conhecimento do biotecnologista, bem como a definição dos conteúdos dos ciclos básicos e a obrigatoriedade da realização do trabalho de conclusão do curso e/ou estágio final obrigatório. Como perspectiva, a LiNA pretende realizar outras edições do Fórum, aproximar os coordenadores dos cursos de bacharelado em biotecnologia e elaborar mais relatórios que possam auxiliar nesse processo.

Cor, símbolo e juramento
A Liga tem se empenhado com o objetivo de definir a identidade das graduações e do profissional em Biotecnologia e construir uma classe organizada, a saber, “UNIDA, FORTE e ATUANTE”. A LiNAbiotec, incluindo o Colegiado Diretor e Corpo Social, em 2016, mais especificamente em 21 de Julho de 2016, data de encerramento do evento NÚCLEO’16, II Encontro Nacional dos Estudantes de Biotecnologia, o símbolo que representa a graduação em biotecnologia, a pedra a ser usada no anel de formatura, a cor e o juramento dos formandos. A Liga promoveu um concurso cultural para a escolha dos símbolos e do juramento. Vários símbolos foram inscritos no concurso e apenas um juramento. Dessa forma, a votação ocorreu em duas etapas, na primeira, todos os concorrentes foram apresentados nas 22 Universidades onde a Liga estava presente na época e foram escolhidos os 5 melhores, para que assim a decisão final ficasse para os aproximadamente 300 participantes do Evento NÚCLEO’16, onde o símbolo, cor e juramento foram colocados em questão e escolhidos.

Por ser de fundamental importância na atuação profissional de um biotecnologista,a representação do "dogma central da biologia molecular" é a principal ideia do símbolo. Assim, os seguintes elementos são presentes: DNA, principal atração visual do símbolo, fica em seu centro e representa o mais fielmente possível a estrutura de B-DNA, estrutura mais comum na natureza; RNA, inicialmente reconhecido como uma engrenagem, é retratado como uma fita simples de ácido nucleico, sendo seus pares de base entendidos como os dentes da PROTEÍNA,retratada pela espiral seguida de uma seta, os quais representam, respectivamente, uma Alfa-hélice e uma Beta-folha, as duas estruturas secundárias mais abundantes em proteínas. A SETA também representa a anotação de uma ORF/GENE em dados genômicos e, no desenho, lembra a anotação de genes em PLASMÍDEOS, moléculas muito empregadas no ramo. A ENGRENAGEM recorda a engenharia genética e de bioprocessos, bem como simboliza a biotecnologia industrial. A cor AZUL foi escolhida por representar, atualmente, cursos com base nas áreas de Biologia e Química.

Para ter acesso às imagens do símbolo em alta definição acesse o link:
https://drive.google.com/open?id=0B3dY4y5s5gsVZ3VfTDZ1V2x0RTQ

Juramento das Graduações em Biotecnologia

Ao aceitar ser biotecnologista*, juro perpetuar a utilização de todas as formas de vida e das suas partes biológicas com sabedoria e em benefício do Homem e dos demais seres vivos. Entendo que tenho em minhas mãos o potencial de toda a vida da Terra. Mais do que isso, sei que tenho sobre os meus ombros a responsabilidade de usar o conhecimento acerca da vida para promover a harmonia, a justiça e a paz. Juro respeitar e proteger a biodiversidade, para que nunca falte a matéria-prima da minha ciência, para que o âmago da minha arte nunca possa se exaurir. Juro trabalhar na resolução de adversidades e mazelas sociais, e que meu ego não estará à frente da dor, do sofrimento ou do prejuízo de outrem. Juro trabalhar para o avanço da ciência e da tecnologia. Juro praticar a biotecnologia de forma virtuosa e ética. Juro tudo isso em respeito à vida, à minha fé, à minha família, aos meus amigos, aos meus professores e à Pátria. Juro pela minha honra e pela honra daqueles que exerceram a biotecnologia antes de mim, desde povos muito antigos da Mesopotâmia aos profissionais de biotecnologia da contemporaneidade. Enquanto existirem problemas a serem solucionados, estarei buscando as respostas na vida. Enquanto houver vida, serei biotecnologista*, pois a inovação está no meu DNA. Que assim seja. *(ou engenheiro de bioprocessos e biotecnologia, ou engenheiro biotecnológico, ou engenheiro de biotecnologia e bioprocessos, ou biotecnólogo, quando for o caso) engrenagem;
A pedra escolhida foi a Safira, assim como a cor, que manteve a cor da pedra. Além destes elementos visuais, o juramento também foi aceito por unanimidade dos presentes.
Segundo estabelecido, de comum acordo entre os Polos da LiNAbiotec, esses elementos seriam inseridos como símbolo oficial que representa as graduações em Biotecnologia, segundo a Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia. Devendo assim, sugestivamente, ser usados nas ocasiões cabíveis, como formaturas, documentos oficiais, entre outros. Convidamos a todas as graduações que desejam se unir à luta para padronizar e organizar a identidade das Graduações em Biotecnologia para fazer a adesão do símbolo, bem como da cor e juramento. Agradecemos a participação de cada eleitor que participou desse processo de escolha, se posicionando assim como protagonista da História do profissional graduado em biotecnologia no Brasil.

 

Histórico

A trajetória da Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia (LiNAbiotec) começa com a iniciativa dos alunos do curso de Biotecnologia da Universidade Federal do Ceará (UFC) com o incentivo da professora Dra. Ana Lúcia Ponte Freitas, em 2011. O objetivo inicial consistia em criar um grupo onde fosse possível promover o contato e interação de todos os alunos da área de Biotecnologia espalhados por todo o país.A causa foi abraçada pelos estudantes Francisco Eder de Moura Lopes e Louhanna Pinheiro Rodrigues que deram o pontapé inicial criando um grupo no Facebook. Em pouco tempo, a página já contava com mais de 1000 membros de todas as regiões do Brasil. A repercussão da iniciativa provou para os idealizadores o anseio dos acadêmicos em ter um grupo que os unisse e os representasse frente à “nova” área que estava crescendo no setor acadêmico e industrial brasileiro.

Em 2012, sob a tutoria dos professores Dra. Ana Lúcia Pontes Freiras e Dr. André Luis Coelho da Silva, ambos da UFC, a LiNAbiotec, agora mais bem estabelecida, fez a elaboração de um estatuto e do primeiro plano de ação prevendo a criação de polos nas Universidades dos demais estados. No decorrer dos anos, a Liga esteve envolvida em diversas ações para a promoção da Biotecnologia e de seu profissional e se expandiu a ponto de alcançar todas as regiões brasileiras em menos de 3 anos. Hoje com 23 unidades, entre Polos e Núcleo Administrativo, a LiNA vem trabalhando para aumentar sua representatividade e, sobretudo, estabelecer o profissional em biotecnologia no mercado de trabalho e mediante a sociedade.

1ª Gestão, Fundação (2011.2 - 2012.1)

Presidente: Francisco Eder de Moura Lopes

Vice: Louhanna Pinheiro Rodrigues Teixeira

2ª Gestão (2012.2 - 2013.1)

Presidente: Treissy Emanuelly Lima Soares

Vice: Eva Gomes Morais

3ª Gestão (2013.2 - 2015.2)

Presidente: Francisco Eder de Moura Lopes

Vice: Louhanna Pinheiro Rodrigues Teixeira

4ª Gestão (2016.1 - em vigência)

Presidente: Gabriella Bruno Ribeiro

Vice: Lorena Angelo de Castro Sales

Nossa Equipe

Núcleo Administrativo - UFC

Gabriella Bruno Ribeiro

Gabriella Bruno Ribeiro

Presidente

É função do Presidente segundo o Estatuto da Linabiotec:
Marcar e presidir reuniões do Diretório do Núcleo; decidir as pautas junto aos secretários; estabelecer a comunicação entre os professores que auxiliam o projeto e os membros; mediar contato entre Diretoria de Núcleo e Conselho de Polos; responder por todos os atos do programa LiNAbiotec; estabelecer planos e metas.

Beatriz Bezerra de Abreu

Beatriz Bezerra de Abreu

Secretária

É função do Secretário do Núcleo segundo o Estatuto da Linabiotec:

Documentar em ata as reuniões do Colegiado Diretor; mobilizar as secretarias a repassar informações sobre suas atribuições; arquivar ações que o programa desempenhar em fotos, documentos, vídeos e relatórios; controlar e registrar a assiduidade dos membros do Colegiado Diretor durante as reuniões do programa.

Germana Nogueira Bezerra

Germana Nogueira Bezerra

Tesoureira

É função do Tesoureiro segundo o Estatuto da Linabiotec:

Administrar as finanças do projeto; indicar e liderar formas de arrecadação de recursos monetários; registrar os gastos orçamentais e reportá-los ao Colegiado Diretor.

Davi de Castro Gomes

Davi de Castro Gomes

Comunicação e Marketing

A Secretaria de Comunicação e Marketing é responsável pelas mídias sociais da liga, como Facebook e Instagram, pela comunicação entre a liga e a sociedade geral e pela comunicação da liga com outras instituições, além da manutenção do site.

João Augusto de Castro Silva Souza

João Augusto de Castro Silva Souza

Legislação e Assuntos Organizacionais

A Secretaria de Legislação e Assuntos Organizacionais é responsável por tratar dos atos legislativos e suas atualizações e da logística organizacional do programa; comunicar-se com os Polos para tratar de assuntos pertinentes, a fim de abordá-los nas reuniões do Colegiado Diretor; fazer o primeiro intermédio entre o Diretório do Núcleo e os novos Polos regularizados no progr

Polos

FCV

FCV

Na frente, Lara de Lima Campos e atrás, Cíntia Martins Amorim, vice conselheira e conselheira do Polo FCV, respectivamente.

O Curso de graduação em Biotecnologia da Faculdade Ciências da Vida forma o profissional que, com competência e ética, é capaz de resolver problemas referentes à utilização de organismos vivos. O biotecnólogo aplica conhecimentos multidisciplinares básicos aliados a novas tecnologias como engenharia genética e nanotecnologia, entre outros.

O curso apresenta um conjunto de disciplinas ministrado por profissionais de competência nas áreas químicas, biológicas e tecnológicas com o único objetivo de formar um profissional habilitado  para a aplicação de biotecnologia na produção, pesquisa, serviços, desenvolvimento de novos processos e novos produtos, bem como para o diagnóstico, análise e solução de problemas pertinentes aos processos biotecnológicos das indústrias químicas, farmacêuticas, alimentícias, de biocombustíveis e relacionadas a questões ambientais.

UNIPAMPA

UNIPAMPA

À esquerda Jaqueline Riewe, e, à direita, Bárbara Santos, vice-conselheira e conselheira do Polo Unipampa, respectivamente.

O Curso de Bacharelado em Biotecnologia da UNIPAMPA tem como principal foco a formação de biotecnologistas para atuar nas áreas de empreendedorismo e produção de produtos e processos biotecnológicos.

Desta forma a formação empreendedora pretende que o egresso possua a capacidade de identificar demandas anteriormente negligenciadas e propor empreendimento para saná-las. Já a formação de indivíduos competentes para o desenvolvimento de produtos e processos biotecnológicos é fundamental para o sucesso destes empreendimentos.

UNIFAL

UNIFAL

À esquerda Bárbara Cassiano e à direita Daniel Rosa, vice conselheira e conselheiro do Polo UNIFAL, respectivamente.

O curso tem como objetivo formar profissionais com competências e habilidades para resolver problemas e detectar necessidades aplicando os conhecimentos da biotecnologia para inovar e aperfeiçoar produtos e processos.

Apresenta um perfil profissional multidisciplinar, com formação sólida em biologia, química, física, matemática, operações unitárias e processos biológicos para inovar e aperfeiçoar produtos e processos para melhoria de vida da população.

O profissional tem como campo de Atuação os Centros de pesquisa, laboratórios, consultoria, empresas e órgãos de controle ambiental, áreas que envolvem processos para aproveitamento da matéria e energia de origem biológica, utilização de resíduos e tratamento de efluentes, indústrias alimentícias e farmacêuticas; agroindústrias, bem como comercialização e assistência técnica em produtos biotecnológicos.

UNESP – Campus Botucatu

UNESP – Campus Botucatu

À esquerda, Paulo Henrique Ribeiro e, à direita, Viviane Yashimi Egawa, conselheiro e vice-conselheira do Polo UNESP Botucatu, respectivamente.

A grade curricular do curso é voltada para a utilização industrial de processos biotecnológicos.

Ao final do curso, o Engenheiro de Bioprocessos e Biotecnologia, em função dos conhecimentos adquiridos, terá as habilidades necessárias para desenvolver projetos de pesquisa e atuar na inovação de processos, produtos e serviços e planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia de bioprocessos e biotecnologia.

UNESP – Campus Araraquara

UNESP – Campus Araraquara

O egresso/profissional do curso de graduação de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia deverá ter sólida formação nas áreas das ciências exatas, biológicas e também conhecimentos na área das ciências humanas e sociais. Assim, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, ele deverá ser capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.

O Engenheiro de Bioprocessos e Biotecnologia, em função dos conhecimentos adquiridos apresenta a habilidade de atuar em equipes multidisciplinares, interagindo com profissionais de diferentes especialidades, de modo a estar preparado para a contínua mudança no mercado de trabalho e avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia de bioprocessos e biotecnologia.

UnB

UnB

Esquerda para direita: Conselheira Rebeca Alves Felix e Vice conselheira Luana Bianca

O Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília oferece o curso de graduação em Biotecnologia que tem como foco o treinamento em vários aspectos de disciplinas como Biologia Molecular, Bioquímica, Genética, Química de Proteínas,entre outras, bem como formação tecnológica envolvendo disciplinas do desenvolvimento tecnológico e inovação nesta área. O estudante, durante a sua formação, terá forte interação com o setor empresarial, por meio de visitas, estágios, e desenvolvimento de projetos em parceria com foco nos mercados nacional e internacional.

O curso propõe aos estudantes uma forte base teórica em disciplinas que darão sustentação à formação de profissionais nesta área, fornecendo a eles a possibilidade de continuidade da sua formação em nível de pós-graduação bem como formação em gestão e inovação biotecnológica. Assim, os formandos estarão preparados para continuar os seus estudos em nível de pós-graduação em outras áreas correlatas ou para conseguir empregos em universidades, institutos de pesquisa públicos e privados e indústria.

UFU – Campus Patos de Minas

UFU – Campus Patos de Minas

À esquerda Ailton Pereira da Costa Filho e à direita Fernando Augusto Correa Queiroz Cançado, conselheiro e vice conselheiro do Polo UFU Campus Patos de Minas, respectivamente.

O curso de Biotecnologia em Patos de Minas, apresenta uma estrutura curricular ampla, dividida em componentes curriculares básicos, específicos e complementares, e possui ênfase na área da Genética com muitas disciplinas dedicadas ao estudo desse tema e suas aplicações em pesquisas, produtos e em serviços.

O curso também possui projetos de extensão e empresa júnior, que proporcionam experiências de gestão de tempo, pessoas e projetos como um aprendizado complementar antes de ingressar no mercado de trabalho.

UFU – Campus Uberlândia

UFU – Campus Uberlândia

À esquerda Jéssica Pereira de Oliveira e à direita Pedro Henrique Machado Rodrigues, vice conselheira e conselheiro do Polo UFU Uberlândia, respectivamente.

O curso foi elaborado de forma a proporcionar, além de uma formação sólida nas áreas básicas relacionadas à química, matemática, física e biologia, também uma formação abrangente que envolva conhecimentos de processos industriais em larga escala, bioinformática, gerenciamento, ecologia, entre outros.

O profissional formado pelo curso de Bacharelado em Biotecnologia da UFU deverá ser capaz de propor e desenvolver pesquisas, processos, serviços e produtos inovadores no campo da Biotecnologia.

Deverá ainda ser capaz de propor, planejar, executar e também divulgar as pesquisas na área, estabelecendo objetivos claros que compreendam aspectos científicos, sociais, ambientais, industriais e comerciais.

UFSCar – Campus Araras

UFSCar – Campus Araras

À esquerda Alexandre Seiji Maekawa e à direita Gabriel do Nascimento Santos, conselheiro e vice conselheiro do Polo UFSCar Campus Araras, respectivamente.

A graduação em Biotecnologia da UFSCar – Araras, possui como ênfases a Biotecnologia Agrícola e Biotecnologia Ambiental. Dentro da ênfase em Biotecnologia Agrícola, há destaque para os conhecimentos em processos fermentativos e cultura de tecidos. Já na ênfase em Biotecnologia Ambiental, destaca-se o fornecimento de conhecimentos em processos biológicos no solo, tecnologia envolvidas na Biorremediação e tratamento biológico de resíduos. Mais ou menos na metade da graduação, o aluno passa a direcionar seu curso pra uma dessas ênfases.

UFSCar – Campus São Carlos

UFSCar – Campus São Carlos

À esquerda Lucas Sostena Carvalho Silva e à direita Luis Henrique Oliveira de Moraes, vice conselheiro e conselheiro do Polo UFSCar Campus São Carlos, respectivamente.

O curso de Bacharelado em Biotecnologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) no campus de São Carlos tem por objetivo formar profissionais capazes de propor e desenvolver pesquisas, processos, serviços e produtos inovadores no campo da Biotecnologia Moderna.

O biotecnologista formado possuirá conhecimentos sólidos em disciplinas das áreas de Genética, Bioquímica, Biologia Molecular e outras, determinando o perfil multidisciplinar do profissional.

UFRGS

UFRGS

À esquerda, Augusto Bartz Penteriche e, à direita, Deborah da Cruz Schafhauser, conselheiro e vice-conselheira do Polo UFRGS, respectivamente.

O curso de Graduação em Biotecnologia da UFRGS apresenta ênfase em Biologia Molecular e Celular, Bioprocessos e Bioinformática. Os graduados no Curso de Biotecnologia terão oportunidades de trabalho em novas áreas como genômica, proteômica e metabolômica, bioinformática, transgênese de microrganismos, vegetais e animais, identificação e análise de organismos geneticamente modificados ou de seus derivados, análises de DNA para fins de estudos genéticos, taxonômicos, forenses ou analíticos, síntese e aplicação de novos polímeros biodegradáveis ou de origem biológica, produção de outros biomateriais para os mais diversos fins, biocombustíveis e a biorremediação de águas, solos, efluentes industriais e outros.

UFPel

UFPel

Da esquerda para direita temos Yasmine Alves Menegon e Amanda Silva Heckthever, respectivamente conselheira e vice conselheira do polo UFPel.

O curso tem por objetivo formar profissionais capazes de utilizar as ferramentas, princípios e conceitos de Biotecnologia visando à geração de novos produtos e processos biológicos nas áreas de saúde humana, agropecuária e biotecnologia industrial. Oferecendo aos estudantes condições interdisciplinares, busca instigar a curiosidade científica ao longo da formação acadêmica.

o egresso formado pela Universidade Federal de Pelotas seja um profissional com sólida formação básica, científica e tecnológica, que lhe permita planejar, executar e interpretar os resultados da aplicação das técnicas da moderna biotecnologia referentes a diagnóstico e desenvolvimento de produtos e processos a partir de moléculas ou células de natureza microbiana, animal ou vegetal, a fim de disponibilizar processos e produtos que garantam maior economia, eficácia e competitividade para seu uso social final, quer em atividades agropecuárias, bioindustriais e ligadas á saúde pública.

UFPB

UFPB

À esquerda Anna Julyana Brilhante e à direita Monalisa Mota Mercês, conselheira e vice-conselheira do Polo UFPB, respectivamente.

O curso visa formar profissionais capazes de desenvolver, executar e supervisionar pesquisas, aplicações, produtos, processos e serviços nas áreas tecnológica e das Ciências da Vida. Também são capacitados a aplicar seus conhecimentos em novos negócios empreendedores e no desenvolvimento biotecnológico do País.

O curso da UFPB tem enfoque nas áreas de saúde, indústria e agropecuária, e tem suporte do Laboratório de Biologia Celular e Molecular, que desenvolve pesquisas com investigações em metagenoma e termoestabilidade.

UFPA

UFPA

À esquerda a conselheira Maitê Thais Barros Campos e à direita o vice conselheiro Iago Rodrigues Blanco

O curso de Graduação Bacharelado em Biotecnologia da Universidade Federal do Pará (UFPA), tem como ênfase as áreas de Energia, Saúde e Agroambiental.

O objetivo do curso é formar profissionais capazes de elaborar, executar e monitorar pesquisas e produções biotecnologicas, atendendo às demandas do mercado de trabalho na área de biotecnologia.

Os conteúdos curriculares foram estruturados de forma integrada e dinâmica, sendo dividido em três eixos : fundamentos teóricos-científicos, conhecimentos específicos em biotecnologia e estratégias aplicadas a projetos de processos biotecnológicos. Assim, maioria dos discentes realiza pesquisa como Iniciação Científica, sendo orientados em laboratórios de docentes do ICB ou de pesquisadores da EMBRAPA e do Instituto Evandro Chagas, que é um instituto de pesquisa biomédica vinculado ao ministério da saúde.

A base disciplinar do curso aliada a pesquisa realizada durante a graduação, estimula os egressos a darem continuidade na sua formação, com os programas de Pós-Graduação, e a sua posterior inserção no mercado de trabalho.

UFOPA

UFOPA

À esquerda Amanda Chianca, e, à direita, Bianca Silva conselheira e vice-conselheira do Polo UFOPA, respectivamente.

O curso Bacharelado em Biotecnologia da UFOPA tem como objetivos formar biotecnologistas capazes de elaborar estudos e projetos, relativos a instalações industriais, linhas de processamento, equipamentos e processos tecnológicos para a industrialização das matérias-primas naturais de origem vegetal, animal ou microbiológica.

O Bacharel em Biotecnologia possui uma formação generalista, com condições de atuar nos campos de atividades socioeconômicas que envolvam as transformações da matéria; além de conhecer a realidade local e do bioma Amazônico, possuir formação teórica e vivência prática para realizar análise, planejamento, projeto, monitoramento e avaliação participativa no processo de criação, aprimoramento e implementação de tecnologias apropriadas visando à implementação de estratégias de desenvolvimento rural ambientalmente sustentável.

UFGD

UFGD

À esquerda Ana Paula Carvalho Batista e à direita Evelyn Gabriela Santos Rosa, vice conselheira e conselheira do Polo UFGD, respectivamente.

Entramos na reta final dessa série de cursos. Hoje, falaremos da biotecnologia da UFGD!

O bacharelado em Biotecnologia da Universidade Federal da Grande Dourados foi criado em 2008 vinculada à Faculdade de Ciências Biológicas e Ambientais da Universidade. O objetivo do curso é a formação de profissionais capazes de formular e elaborar estudos, projetos ou pesquisas científicas em Biotecnologia, especialmente no setor agrícola e ambiental, bem como demais projetos relacionados à Microbiologia, Biologia Molecular, Engenharia Genética, Biossegurança e Bioinformática, atendendo a demandas sociais da região.

UFG

UFG

À esquerda Luiz Idebook e à direita Maria Júlia Theodoroviz Montadon, conselheiro e vice conselheira do Polo UFG, respectivamente.

O curso de Biotecnologia da UFG está vinculado ao Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública, e visa formar um profissional com ênfase em Ciências da Saúde, de forma a diferenciar este bacharel para os desafios que a Biotecnologia apresenta nesse campo de atuação. O objetivo é formar o biotecnologista com conhecimentos sólidos em Ciências da Saúde, desenvolvimento e análise de processos moleculares e genéticos, produção de vacinas e kits diagnósticos, teste e desenvolvimento de biofármacos, e desenvolvimento em biotecnologia agroindustrial e ambiental. Possui uma formação abrangente que envolve também conhecimentos em Microbiologia, Imunologia, Parasitologia, Patologia, Epidemiologia, Bioinformática e Saúde Pública, entre outros.

Além disso, o curso oferece conhecimentos sobre Legislação em Biotecnologia, Patentes, Propriedade Intelectual, Gestão e Empreendedorismo essenciais para o profissional atuar em pesquisa, desenvolvimento e inovação.

UFERSA

UFERSA

O curso de Biotecnologia da UFERSA tem como objetivo geral a formação de profissionais altamente qualificados para atuação na área de biotecnologia, que sejam capazes de identificar, equacionar e solucionar problemas em sua área, gerando e aplicando conhecimentos científicos em biotecnologia animal, biotecnologia vegetal, biotecnologia ambiental e biotecnologia de alimentos no Brasil e especialmente na região semi-árida do Nordeste brasileiro.

O curso de Biotecnologia da UFERSA deverá dar as condições necessárias para que seus graduandos possam adquirir as habilidades necessárias para identificar a importância da biotecnologia para a sociedade, aplicar de forma autônoma os conhecimentos científicos e tecnológicos já existentes relacionados à biotecnologia e produzir ou aprimorar processos e produtos biotecnológicos.

UFCG

UFCG

À esquerda Laura Araújo da Silva Amorim e à direita Elder Miguel Espiridião Silva Borges, vice conselheira e conselheiro do Polo UFCG, respectivamente.

O curso de Engenharia de Biotecnologia e Bioprocessos da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), criado no ano de 2011 e sediado no Campus Sumé, vinculado ao Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA), foi o primeiro curso de Engenharia de Biotecnologia e Bioprocessos do Nordeste do país, tendo como objetivo formar profissionais com habilidades para reconhecer problemas ambientais e buscar soluções regionais sustentáveis e, se necessário, propor o desenvolvimento de novas metodologias de investigação ambiental na área de Biotecnologia, sobretudo no contexto do Semiárido Brasileiro.

O curso apresenta foco nas áreas de exatas e em disciplinas básicas e profissionalizantes na área de Biotecnologia, principalmente em bioprocessos, saúde e meio ambiente, sendo dividido no ciclo básico e no ciclo profissionalizante.

UFAM

UFAM

À esquerda Luiz Pedro de Souza Costa e à direita Liliane Rodrigues Oliveira, conselheiro e vice conselheira do Polo UFAM, respectivamente.

O curso tem como objetivo criar profissionais que possam contribuir para as demandas industriais, sociais e ambientais da região, preparando pessoas capazes de formular e elaborar estudos e pesquisas científicas em biotecnologia tanto no setor agrícola, quanto no da saúde, assim como em outros setores relacionados, tais como os relativos à microbiologia, biologia molecular, engenharia genética, biossegurança e bioinformática, destacando a característica multidisciplinar do curso.

O curso é tecnológico, então ao final desse período, o profissional formado será um biotecnólogo que estará apto a atuar no desenvolvimento de processos e produtos que garantam maior economia, eficácia e competitividade, quer em atividades agrícolas, agroindustriais e ambientais.

UFBA – Campus Vitória da Conquista

UFBA – Campus Vitória da Conquista

Carolline Cruz e Jully Chaira, conselheira e vice conselheira do Polo UFBA Vitória da Conquista, respectivamente.

O curso de Biotecnologia de Vitória da Conquista possui uma estrutura curricular de base científica e tecnológica  que tem como objetivo formar profissionais capazes de atuar em diversos campos da biotecnologia. Os conhecimentos ligados às áreas da biotecnologia estão presentes desde o primeiro semestre, terminando com um foco em empreendedorismo ao fim do curso, o que permite capacitar o aluno aos desafios do mercado de trabalho.

O curso também possui projetos de extensão e empresa júnior, que complementam a formação acadêmica formal.

UFBA – Campus Salvador

UFBA – Campus Salvador

À esquerda Marcel Filipe Maia Fernandes e à direita Rafael Vieira Mercuri, conselheiro e vice conselheiro do Polo UFBA Salvador, respectivamente.

O curso de biotecnologia da UFBA tem como objetivo formar profissional generalista com base sólida de conhecimentos científicos, dotado de consciência ética e política, com visão crítica, global e consciente do seu papel transformador na conjuntura econômica, social, política e cultural da região e do Brasil.

O profissional é capaz de Aplicar de forma autônoma os conhecimentos científicos e tecnológicos já existentes, relacionados à biotecnologia e produzir, aprimorar e divulgar processos e produtos biotecnológicos.

UFT

UFT

À direita, Maria Victória da Silva e, à esquerda, Yasmin Hellen de Sousa, conselheira e vice-conselheira do polo UFT, respectivamente;

O curso de Engenharia de Bioprocessos e biotecnologia tem como meta formar profissionais capazes de planejar, desenvolver e gerir processos biotecnológicos, com perspectiva para o desenvolvimento de processos no aproveitamento dos recursos naturais e com vistas à geração de produtos e serviços nas áreas de agropecuária, saúde, floresta, farmacêutica e meio ambiente.

Estatuto

O Estatuto da Liga Nacional dos Acadêmicos em Biotecnologia (LiNAbiotec) é o documento oficial que rege nossas ações. É nele que estão presentes todas as informações relativas a nossos objetivos fundamentais, nosso modelo estrutural em Núcleo e Polos, nossos integrantes, bem como os seus direitos e deveres.Quer saber como nos organizamos para construir uma Biotecnologia unida, forte e atuante? Leia nosso estatuto! Conheça a LiNA Biotec!

Estatuto_Lina_2016

 

 

 

Portfólios

Os portfólios da LiNAbiotec descrevem as realizações da liga ao longo dos anos. Assim, pode-se saber quais eventos de relevância são realizados a cada ano e sua importância para a promoção da biotecnologia como graduação e a atribuição da identidade do profissional.

Portifólio 2017

 

 

Portfólio-2016

 

 

lina-2015

 

 

Lina_Portifolio_2013